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Processo do programa
USP lança programa de formação de empreendedores

22/08 às 09:10

Fruto da parceria entre a Agência USP de Inovação (Núcleo de Inovação Tecnológica da USP) e a Incubadora Habits (Incubadora Tecnológica e Social da USP Leste) é lançado a primeira edição do programa de formação de empreendedores de negócios de impacto. O ESPYRAL nasceu da necessidade de colocar ferramentas de negócios na mão de pessoas transformadoras. Com início no dia 02 de setembro, o programa tem 4 meses de duração (setembro a dezembro/2017) e leva o empreendedor da ideia ao primeiro produto, passando por todas as etapas de criação de um negócio com impacto. O programa é voltado para qualquer pessoa que queira desenvolver a sua ideia, podendo ser de dentro ou de fora da USP, e os encontros acontecem presencialmente duas vezes por semana (quartas e sábados) em variados lugares de São Paulo. O programa é gratuito e as inscrições ficam abertas até o dia 23 de agosto no site: http://incubadorahabits.com.br/espyral/ Fonte:

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  07 Ago
16º Congresso Brasileiro do Agronegócio

28/07 às 09:19

Realizado anualmente desde 2002, o Congresso Brasileiro do Agronegócio (CBA), organizado pela Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), já faz parte da agenda dos principais formadores de opinião e dos executivos que atuam no agronegócio brasileiro. No ano passado, o CBA trabalhou com a temática Liderança e Protagonismo e contou com a participação de mais de 800 pessoas, além de 220 jornalistas de todo o país. Houve a significativa marca de mais de 5.000 acessos realizados durante a transmissão do Congresso feita pela internet, por pessoas do Brasil e de mais de 19 países. Mais informações: http://bit.ly/2v3t6WX

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FRIDA Awards. Inovação. América Latina.

05/06 às 09:51

Os prémios FRIDA reconhecem iniciativas e práticas inovadoras no âmbito das tecnologias de informação e comunicação. Os projectos devem ter uma componente tecnológica, ser inovadores e ter impacto demonstrado nas áreas de Internet, tecnologias para a participação e para o desenvolvimento das comunidades. O valor da distinção é de USD 5,000. Até 23 de Junho de 2017. Toda a informação necessária à candidatura está disponível aqui: http://programafrida.net/premios

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Destaque ·

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Plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável

15/06 às 14:12

O Brasil vem obtendo sucesso em sua estratégia de promover o desenvolvimento humano, aliando inclusão social, promoção e garantia de direitos ao crescimento econômico. Para alcançar esse resultado, houve um alinhamento interinstitucional, com comprometimento em todos os níveis e esferas de governo, incluindo as empresas públicas. Como reflexo desse processo, o Brasil vem assumindo, cada vez mais, deveres perante a comunidade internacional, tornando-se mais ativo na Estratégia de Cooperação Sul-Sul (mecanismo de desenvolvimento conjunto entre países emergentes em resposta a desafios comuns), principalmente através da promoção de transferência de capacidades setoriais entre países em desenvolvimento. Um dos exemplos de êxito do Brasil diz respeito à superação da pobreza extrema e da fome. O País já atingiu – e superou – há mais de uma década o primeiro “Objetivo de Desenvolvimento do Milênio”: reduzir pela metade o número de pessoas vivendo em extrema pobreza. Do interesse do governo brasileiro em compartilhar experiências nesse tema, estabeleceu-se um programa de cooperação com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura – FAO, intitulado "Programa de Cooperação Internacional Brasil-FAO". Nesse contexto, foram estabelecidas parcerias entre empresas públicas, as três esferas de governo, instituições regionais e municipais para estimular a realização de atividades para a promoção do desenvolvimento sustentável. As ações são desenvolvidas por meio da implementação de programas e projetos de apoio à agricultura – familiar e orgânica, inclusive –, conservação ambiental, inovação tecnológica, energias renováveis, geração de trabalho e renda e fortalecimento de políticas públicas. O objetivo é proporcionar troca de experiências, sobretudo com nações latino-americanas e africanas, a partir do diálogo em prol do Desenvolvimento Sustentável. A Plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável é resultado do Acordo assinado entre a FAO, a ITAIPU Binacional e o Governo do Estado do Paraná, com a proposta de disseminar e compartilhar um conjunto de iniciativas replicáveis de boas práticas (programas, projetos, ações individuais) desenvolvidas inicialmente na Região Oeste do Estado do Paraná/Brasil e nos três Estados da região Sul do Brasil. Convidamos todos a visitar a Plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável (www.boaspraticas.org.br), para conhecimento das Boas Práticas Sustentáveis que vem sendo desenvolvidas na Região Sul do Brasil, onde pode também ser realizado o agendamento de visitas e maiores informações sobre as práticas apresentadas. Fonte: Plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável (www.boaspraticas.org.br)

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Luz ultravioleta combate podridão de melão

19/10 às 11:39

A aplicação de flashes de luz ultravioleta (UV) pode evitar que cerca de 15% da produção nacional de melão se perca entre a colheita e a mesa do consumidor. Pesquisadores da Embrapa Agroindústria Tropical (CE) observaram que a UV pulsada pode controlar o fungo Fusarium pallidoroseum, o principal agente da podridão do melão. A infecção pode ocorrer no campo, logo após a colheita ou na empacotadora. Mesmo sob baixas temperaturas, necessárias para a exportação, o patógeno continua ativo. O desafio dos pesquisadores é encontrar tecnologias limpas para combater o problema. Entre as alternativas estudadas, estão a termoterapia; a aplicação de compostos naturais, como óleos essenciais de espécies botânicas; e o uso de luz ultravioleta. A luz ultravioleta contínua já é utilizada no controle de microrganismos em alimentos, água e ar. Diferente da luz aplicada de forma contínua, no modelo pulsado, a luz ultravioleta é armazenada em um capacitor e é liberada em flashes intermitentes, o que aumenta de forma instantânea a intensidade de energia. Por isso, o ultravioleta pulsado é mais efetivo e mais rápido na inativação de microrganismos. “O método não apresenta efeitos nocivos à saúde, não deixa resíduos e ainda pode aumentar o poder antioxidante das frutas”, completa o pesquisador. Os pesquisadores da Embrapa observaram que o tratamento com luz ultravioleta pulsada pode apresentar um efeito prolongado de proteção dos melões. Isso ocorre porque a luz afeta o metabolismo do fruto e aumenta o teor de compostos fenólicos (substâncias antioxidantes) que atuariam como uma espécie de vacina contra o ataque de microrganismos. Os cientistas ainda estão analisando a intensidade adequada de luz para o tratamento das frutas, mas os primeiros resultados são animadores. “Serão necessários novos projetos para finalização da tecnologia”, explica o pesquisador. Também participam dos trabalhos especialistas da Embrapa Tabuleiros Costeiros (SE) e Embrapa Agroindústria de Alimentos (RJ). “Já se sabia que este tipo de tratamento físico era eficiente durante a aplicação, mas foi observado efeito prolongado, pois a luz afeta o metabolismo e induz a síntese de compostos que continuam colaborando para a proteção da fruta contra novas contaminações”, revela o cientista. Os pesquisadores observaram também que com a UV pulsada o melão pode demorar mais a amadurecer, o que é uma grande vantagem para os produtores, pois aumenta o tempo de transporte e prateleira. Isso ocorre porque a luz reduz o efeito das enzimas que atuam no amadurecimento. Fonte: Embrapa Agroindústria Tropical

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Consumo de produtos “fora do padrão” pode reduzir desperdício

01/09 às 12:48

Dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO/ONU) apontam que 1,3 bilhão de toneladas de alimentos são perdidos ou desperdiçados anualmente em todo o mundo. Desse total, 54% dos descartes acontecem nas fases de produção, manipulação, pós-colheita e armazenagem, enquanto 46% ocorrem durante o processamento, distribuição e consumo. De acordo com a equipe da revista Hortifruti Brasil, do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, uma das formas de conter o desperdício – descarte intencional de alimentos – é incentivar o consumo de produtos fora do padrão. Porém, no mercado doméstico, o maior desafio é reduzir as perdas, que ocorrem por falhas não propositais. Segundo os pesquisadores do Cepea, o montante de frutas e hortaliças descartado no Brasil e na Europa é semelhante, mas ocorrem em etapas distintas. Enquanto por aqui as maiores perdas são durante o processamento, manuseio e armazenamento, no cenário europeu é o alto nível de exigência do consumidor que gera muito desperdício. Ou seja, no Brasil temos mais perdas e na Europa impera o desperdício. No mercado doméstico, há bom destino para as frutas e hortaliças fora do padrão estético, pois os consumidores são menos exigentes. Segundo colaboradores do Cepea, também há maior facilidade no escoamento dos produtos “feios” nas cadeias que já contam com padronização e classificação, uma vez que já existe um mercado certo para a parcela fora do especificado. Dentre os destinos dos produtos “feios”, os principais são restaurantes/lanchonetes, indústrias e mercados locais de áreas com população de menor poder aquisitivo. De acordo com a pesquisadora do Cepea Renata Pozelli Sabio, quando não se consegue comercializar os alimentos “feios”, estes são doados ou destinados para ração animal. “Somente uma pequena parte é propriamente desperdiçada”, explica. Dentre as culturas em que é mais comum o alimento apresentar alguma imperfeição, mas com qualidade para o consumo, estão as de batatas, cebolas, cenouras, tomates, bananas, laranjas, maçãs, mangas e mamões. Além disso, há diversas iniciativas para incentivar o consumo de alimentos como a “Mesa Brasil”, do Sesc, o Programa “Sem Forma”, do Carrefour e o Festival Disco Xepa, que reúne chefs de cozinha que preparam e servem pratos aos público presente com alimentos “feios” descartados por supermercados e feiras livres. Porém, as iniciativas apresentadas, apesar de interessantes, ainda são bem restritas e não combatem as perdas, que são o principal problema no Brasil. Mesmo o desperdício sendo menor no Brasil que na Europa, os desafios nacionais são muito maiores. O País precisa reduzir suas perdas tanto na produção quanto no pós-colheita e distribuição, que correspondem à maior parte do descarte de frutas e hortaliças. “A ineficiência da nossa logística, por exemplo, com falhas na cadeia do frio, tem grande responsabilidade sobre esses resultados. Está claro que a melhora no aproveitamento do que tiramos de nosso solo é um desafio que envolve produtores, distribuidores, comerciantes e consumidores”, finaliza a pesquisadora. Fonte: Cepea/Esalq

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