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Csustentabilidade
Encontram-se abertas as candidaturas ao novo e inovador Doutoramento da Universidade de Lisboa que confere o grau em Ciências da Sustentabilidade: REcursos, Alimentação e SOciedade (REASOn)

22/05 às 13:55

https://csustentabilidade.ulisboa.pt/ Convidamos a conhecer o Novo Doutoramento da Universidade de Lisboa que confere o grau em Ciências da Sustentabilidade: REcursos, Alimentação e SOciedade (REASOn). Este Doutoramento foca-se na dimensão da produção e consumo de alimentos como vetor central dos desafios que se colocam à sustentabilidade, reconhecendo que a compreensão dos sistemas alimentares e a atuação sobre o sistema alimentar global são instrumentos fundamentais para o desenvolvimento sustentável e exigem investigação sobre as interações entre a ecologia e a socio-economia. Para serem catalisadores de mudança, os profissionais do século XXI devem ser dotados de conhecimento científico sólido e, principalmente, ter capacidade de o incorporar para compreender as interações entre sistemas globais, naturais, sociais e humanos, e como essas interações afetam os desafios da sustentabilidade. O Doutoramento foi concebido no âmbito do Colégio Food, Farming and Forestry (F3), mobilizando um corpo docente que inclui 42 professores de 17 das Faculdades e Institutos da Universidade de Lisboa que garante a necessária inovação e interdisciplinaridade. Tem como destinatários profissionais de sucesso e os melhores estudantes que procuram transformar conhecimento em resultados e inovação, com formação académica em qualquer área do conhecimento. Permite o desenvolvimento de tese em ambiente universitário, em ambiente empresarial/indústria, ou – numa tipologia inovadora em relação à oferta tradicional dos cursos de 3.º ciclo – em contexto profissional de trabalho. Este último modelo oferece a possibilidade de realização de uma tese aplicada a uma questão científica relevante para o exercício da atividade profissional quotidiana do doutorando, e que pode ser desenvolvida com ou na própria organização empregadora, para explorar a translação de duplo sentido entre prática e ciência.

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  10 Dez
Mountains 2018

05/03 às 15:38

O MOUNTAINS 2018, a ser realizado de 10 a 14 de dezembro de 2018, em Nova Friburgo, RJ, no Brasil, é constituído pelo III Workshop sobre Desenvolvimento Sustentável em Ambientes de Montanha e pela II Conferência Internacional sobre Pesquisa para o Desenvolvimento Sustentável em Regiões de Montanha. O Workshop terá como objetivo apresentar e discutir iniciativas que visam à gestão sustentável dos ambientes de montanha, envolvendo os diversos atores que atuam nesses espaços. A Conferência discutirá questões relacionadas à conexão entre o conhecimento científico e a tomada de decisões, incluindo as perspectivas para ampliar e disseminar o conhecimento sobre o tema da gestão sustentável e integrada dos ambientes de montanha.O Mountains 2016, o primeiro da série, foi realizado em Bragança, Portugal. Um dos marcos desse evento foi o lançamento da Rede de Investigação de Montanha da Lusofonia - LuMont fortalecer o intercâmbio entre os países de língua portuguesa.O MOUNTAINS 2018, além de fortalecer o intercâmbio entre pesquisadores e instituições de pesquisa de montanha nos países de língua portuguesa, também objetiva ampliar o intercâmbio entre os países da América Latina e do Caribe. Organizado por instituições do Brasil, Portugal e Escócia, o Mountains 2018 conta com o apoio de várias organizações, nacionais e internacionais, relacionadas ao tema de montanha. Estima-se um público superior a 200 participantes oriundos de diversos países.Espera-se que este evento seja um marco para o Brasil e que seus resultados representem fortes indicações para uma plataforma de políticas públicas voltadas para um desenvolvimento harmonioso nos ambientes de montanha. Saiba mais em: http://cimo.ipb.pt/LuMont/index.php/en/news/2-uncategorised/27-mountains-2018-nova-friburgo-brasil

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Cooperação, comunicação e transferência de tecnologia para a produção de carne suína segura sem uso de antimicrobianos

05/03 às 15:32

A adoção do sistema de criação intensiva de suínos trouxe em economias de escala maior produtividade e ganhos de logística, mas aumentou a incidência de infecção e o nível de estresse dos animais, resultando no desencadeamento de doenças infecciosas e tornando necessário o uso de antimicrobianos em doses subterapêuticas ou preventivas, para promover o crescimento e mitigar a ocorrência de doenças. Contudo, o surgimento de infecções virais nos últimos anos, o aumento de bactérias resistentes a antimicrobianos e a potencial implicação na saúde humana levantaram questionamentos em relação a essa prática no Brasil e no mundo. Visando minimizar os efeitos nocivos do uso coletivo de antimicrobianos na saúde humana e animal e no meio ambiente, e para atender os preceitos para o fornecimento de alimentos seguros, a Embrapa Suínos e Aves desenvolveu o Sistema de Produção de Suínos em Família. Destina-se à pequenos e médios produtores e pequenas e médias agroindústrias e cooperativas que desejam atuar em nichos de mercado com a oferta de carne sem antimicrobianos. O projeto busca alternativas para o fornecimento de carne suína segura sem uso de antimicrobianos na dieta e com bem-estar animal, a partir de um esforço articulado com alguns elos da cadeia produtiva e as instituições de assistência técnica e extensão rural (ATER). A principal estratégia é difundir esse sistema por meio de ações de transferência de tecnologia e comunicação, e capacitar técnicos das redes de ATER e produtores para a implantação do mesmo. Fonte: https://www.embrapa.br/busca-de-projetos/-/projeto/213305/cooperacao-comunicacao-e-transferencia-de-tecnologia-para-a-producao-de-carne-suina-segura-sem-uso-de-antimicrobianos

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Plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável

15/06 às 14:12

O Brasil vem obtendo sucesso em sua estratégia de promover o desenvolvimento humano, aliando inclusão social, promoção e garantia de direitos ao crescimento econômico. Para alcançar esse resultado, houve um alinhamento interinstitucional, com comprometimento em todos os níveis e esferas de governo, incluindo as empresas públicas. Como reflexo desse processo, o Brasil vem assumindo, cada vez mais, deveres perante a comunidade internacional, tornando-se mais ativo na Estratégia de Cooperação Sul-Sul (mecanismo de desenvolvimento conjunto entre países emergentes em resposta a desafios comuns), principalmente através da promoção de transferência de capacidades setoriais entre países em desenvolvimento. Um dos exemplos de êxito do Brasil diz respeito à superação da pobreza extrema e da fome. O País já atingiu – e superou – há mais de uma década o primeiro “Objetivo de Desenvolvimento do Milênio”: reduzir pela metade o número de pessoas vivendo em extrema pobreza. Do interesse do governo brasileiro em compartilhar experiências nesse tema, estabeleceu-se um programa de cooperação com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura – FAO, intitulado "Programa de Cooperação Internacional Brasil-FAO". Nesse contexto, foram estabelecidas parcerias entre empresas públicas, as três esferas de governo, instituições regionais e municipais para estimular a realização de atividades para a promoção do desenvolvimento sustentável. As ações são desenvolvidas por meio da implementação de programas e projetos de apoio à agricultura – familiar e orgânica, inclusive –, conservação ambiental, inovação tecnológica, energias renováveis, geração de trabalho e renda e fortalecimento de políticas públicas. O objetivo é proporcionar troca de experiências, sobretudo com nações latino-americanas e africanas, a partir do diálogo em prol do Desenvolvimento Sustentável. A Plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável é resultado do Acordo assinado entre a FAO, a ITAIPU Binacional e o Governo do Estado do Paraná, com a proposta de disseminar e compartilhar um conjunto de iniciativas replicáveis de boas práticas (programas, projetos, ações individuais) desenvolvidas inicialmente na Região Oeste do Estado do Paraná/Brasil e nos três Estados da região Sul do Brasil. Convidamos todos a visitar a Plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável (www.boaspraticas.org.br), para conhecimento das Boas Práticas Sustentáveis que vem sendo desenvolvidas na Região Sul do Brasil, onde pode também ser realizado o agendamento de visitas e maiores informações sobre as práticas apresentadas. Fonte: Plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável (www.boaspraticas.org.br)

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Luz ultravioleta combate podridão de melão

19/10 às 11:39

A aplicação de flashes de luz ultravioleta (UV) pode evitar que cerca de 15% da produção nacional de melão se perca entre a colheita e a mesa do consumidor. Pesquisadores da Embrapa Agroindústria Tropical (CE) observaram que a UV pulsada pode controlar o fungo Fusarium pallidoroseum, o principal agente da podridão do melão. A infecção pode ocorrer no campo, logo após a colheita ou na empacotadora. Mesmo sob baixas temperaturas, necessárias para a exportação, o patógeno continua ativo. O desafio dos pesquisadores é encontrar tecnologias limpas para combater o problema. Entre as alternativas estudadas, estão a termoterapia; a aplicação de compostos naturais, como óleos essenciais de espécies botânicas; e o uso de luz ultravioleta. A luz ultravioleta contínua já é utilizada no controle de microrganismos em alimentos, água e ar. Diferente da luz aplicada de forma contínua, no modelo pulsado, a luz ultravioleta é armazenada em um capacitor e é liberada em flashes intermitentes, o que aumenta de forma instantânea a intensidade de energia. Por isso, o ultravioleta pulsado é mais efetivo e mais rápido na inativação de microrganismos. “O método não apresenta efeitos nocivos à saúde, não deixa resíduos e ainda pode aumentar o poder antioxidante das frutas”, completa o pesquisador. Os pesquisadores da Embrapa observaram que o tratamento com luz ultravioleta pulsada pode apresentar um efeito prolongado de proteção dos melões. Isso ocorre porque a luz afeta o metabolismo do fruto e aumenta o teor de compostos fenólicos (substâncias antioxidantes) que atuariam como uma espécie de vacina contra o ataque de microrganismos. Os cientistas ainda estão analisando a intensidade adequada de luz para o tratamento das frutas, mas os primeiros resultados são animadores. “Serão necessários novos projetos para finalização da tecnologia”, explica o pesquisador. Também participam dos trabalhos especialistas da Embrapa Tabuleiros Costeiros (SE) e Embrapa Agroindústria de Alimentos (RJ). “Já se sabia que este tipo de tratamento físico era eficiente durante a aplicação, mas foi observado efeito prolongado, pois a luz afeta o metabolismo e induz a síntese de compostos que continuam colaborando para a proteção da fruta contra novas contaminações”, revela o cientista. Os pesquisadores observaram também que com a UV pulsada o melão pode demorar mais a amadurecer, o que é uma grande vantagem para os produtores, pois aumenta o tempo de transporte e prateleira. Isso ocorre porque a luz reduz o efeito das enzimas que atuam no amadurecimento. Fonte: Embrapa Agroindústria Tropical

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Consumo de produtos “fora do padrão” pode reduzir desperdício

01/09 às 12:48

Dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO/ONU) apontam que 1,3 bilhão de toneladas de alimentos são perdidos ou desperdiçados anualmente em todo o mundo. Desse total, 54% dos descartes acontecem nas fases de produção, manipulação, pós-colheita e armazenagem, enquanto 46% ocorrem durante o processamento, distribuição e consumo. De acordo com a equipe da revista Hortifruti Brasil, do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, uma das formas de conter o desperdício – descarte intencional de alimentos – é incentivar o consumo de produtos fora do padrão. Porém, no mercado doméstico, o maior desafio é reduzir as perdas, que ocorrem por falhas não propositais. Segundo os pesquisadores do Cepea, o montante de frutas e hortaliças descartado no Brasil e na Europa é semelhante, mas ocorrem em etapas distintas. Enquanto por aqui as maiores perdas são durante o processamento, manuseio e armazenamento, no cenário europeu é o alto nível de exigência do consumidor que gera muito desperdício. Ou seja, no Brasil temos mais perdas e na Europa impera o desperdício. No mercado doméstico, há bom destino para as frutas e hortaliças fora do padrão estético, pois os consumidores são menos exigentes. Segundo colaboradores do Cepea, também há maior facilidade no escoamento dos produtos “feios” nas cadeias que já contam com padronização e classificação, uma vez que já existe um mercado certo para a parcela fora do especificado. Dentre os destinos dos produtos “feios”, os principais são restaurantes/lanchonetes, indústrias e mercados locais de áreas com população de menor poder aquisitivo. De acordo com a pesquisadora do Cepea Renata Pozelli Sabio, quando não se consegue comercializar os alimentos “feios”, estes são doados ou destinados para ração animal. “Somente uma pequena parte é propriamente desperdiçada”, explica. Dentre as culturas em que é mais comum o alimento apresentar alguma imperfeição, mas com qualidade para o consumo, estão as de batatas, cebolas, cenouras, tomates, bananas, laranjas, maçãs, mangas e mamões. Além disso, há diversas iniciativas para incentivar o consumo de alimentos como a “Mesa Brasil”, do Sesc, o Programa “Sem Forma”, do Carrefour e o Festival Disco Xepa, que reúne chefs de cozinha que preparam e servem pratos aos público presente com alimentos “feios” descartados por supermercados e feiras livres. Porém, as iniciativas apresentadas, apesar de interessantes, ainda são bem restritas e não combatem as perdas, que são o principal problema no Brasil. Mesmo o desperdício sendo menor no Brasil que na Europa, os desafios nacionais são muito maiores. O País precisa reduzir suas perdas tanto na produção quanto no pós-colheita e distribuição, que correspondem à maior parte do descarte de frutas e hortaliças. “A ineficiência da nossa logística, por exemplo, com falhas na cadeia do frio, tem grande responsabilidade sobre esses resultados. Está claro que a melhora no aproveitamento do que tiramos de nosso solo é um desafio que envolve produtores, distribuidores, comerciantes e consumidores”, finaliza a pesquisadora. Fonte: Cepea/Esalq

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